wrapper

Itens filtrados por data: Janeiro 2016

De acordo com a CNseg, a expansão nominal do setor registrada no ano passado deverá ficar em 11%, contra 10,67% da inflação oficial

Em 2015, o mercado de seguros foi um dos poucos segmentos da economia que teve crescimento acima do índice da inflação. De acordo com a CNseg, a expansão nominal do setor registrada no ano passado deverá ficar em 11%, contra 10,67% da inflação oficial.

Para 2016, a Confederação prevê crescimento de 10,3% para o mercado, contra uma inflação estimada em 6,8%. “Isto prova que o setor se manterá atrativo para quem quer investir em uma nova carreira”, afirma o professor da Escola Nacional de Seguros, Maurício Viot, que leciona no Programa para Habilitação de Corretores de Seguros.

Viot, que também é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e consultor em Recursos Humanos, explica que, na recessão, o consumidor tende a ficar mais criterioso em suas escolhas e, por isso, o corretor precisará buscar especialização técnica em outras áreas, ampliando o leque de atuação e desenvolvendo habilidades de consultor.

“O momento de crise é uma oportunidade para o profissional avaliar o perfil de sua carteira e ser capaz de oferecer, aos mesmos clientes, produtos diferentes, além dos seguros mais usuais. Produtos com ressarcimento no futuro, como previdência e seguro de vida resgatável, devem ser privilegiados nesse período”, prevê o especialista.

O Programa para Habilitação de Corretores de Seguros, que está com inscrições abertas em 60 localidades, forma profissionais para comercializar seguros em todos os ramos, como automóveis, vida, saúde, habitacional, rural, entre outros, além de planos de previdência e títulos de capitalização.

Ele abrange três cursos (Capitalização, Vida e Previdência, e Demais Ramos) e tem duração de nove meses. O curso de Capitalização começará em fevereiro e o investimento varia de R$ 960,00 a R$ 1.000,00, de acordo com a localidade. O valor pode ser parcelado em duas vezes. Já o curso de Demais Ramos terá início em março e tem investimento entre R$ 2.830,00 e R$ 2.940,00, valores que podem ser parcelados em quatro vezes. Para mais informações e inscrições acesse www.funenseg.org.br/corretor.

Palestras. Para quem está interessado em ingressar no mercado de seguros, mas deseja obter mais informações sobre o setor, a Escola promoverá, ao longo de janeiro, a palestra “O Crescimento do Mercado de Seguros e Sua Importância”, em diversas cidades. Confira a programação no www.funenseg.org.br/eventos.

Evento, que acontece de 06 a 08 de outubro de 2016, foi lançado praticamente um ano antes

A realização do maior congresso dos corretores de seguros do mundo requer cuidadoso planejamento e envolve centenas de profissionais. O XVII Conec, evento do Sincor-SP que acontece de 06 a 08 de outubro de 2016, foi lançado praticamente um ano antes para seus potenciais patrocinadores, que são seguradoras e prestadores de serviços diversos do setor de seguros.

A reunião aconteceu na última quarta-feira, 28 de outubro, em São Paulo, com a presença de cerca de 60 representantes dessas empresas, quase todos profissionais de marketing, que planejam levar suas marcas ao grande evento do setor no próximo ano.

Com o tema “Aprender, Empreender e Ser – Corretor, o caminho seguro da distribuição”, o XVII Conec irá reunir cerca de 6,5 mil profissionais de todo o País, proporcionando conteúdo de qualidade, trazendo debates e palestrantes relevantes do momento, e a maior feira de negócios do mercado de seguros, para combinar qualificação e relacionamento, imprescindíveis para o desenvolvimento da categoria.

O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, apresentou o mapa da feira de exposições com os tamanhos e posições de estandes a serem escolhidos, além de diversas outras possibilidades de investimento e exibição das marcas.

“Queremos construir este grande evento – e que possamos superar ainda mais nesta edição – da maneira mais compartilhada possível. Se tivemos sucesso em outras ações desta gestão é porque conseguimos trabalhar com planejamento e sempre ouvindo os parceiros e interessados”, declarou Camillo.

"Dessa maneira, ouvir o corretor, capacitá-lo e apontar oportunidades tem sido a linha de atuação do Sincor-SP. A retomada do crescimento do País deve encontrar uma categoria ainda mais pronta para contribuir com a expansão do setor de seguros. Ao qualificar e melhorar a distribuição, toda a cadeia produtiva será beneficiada", reforçou.

Fonte: Sincor-SP

 

São Paulo - O mercado de seguros projeta um 2016 mais desafiador do lado operacional, com aumento da sinistralidade como reflexo da crise no país, mas ainda assim espera sustentar expansão de prêmios de dois dígitos no próximo ano.

Haverá, de qualquer forma, uma desaceleração desses prêmios e o resultado financeiro crescerá de modo mais contido, obrigando as companhias do setor a serem mais competitivas em preço, mesmo que essa postura signifique sacrificar um pouco as margens do segmento.

Depois de sentir a crise de modo mais forte no terceiro trimestre, o mercado de seguros revisou suas expectativas para 2015 e também prevê menor avanço neste 2016.

Espera alta de 11% nos prêmios emitidos em 2015, contra cerca de 12% estimados no final de 2014 pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). No próximo exercício, o crescimento deve ficar em 10,3%, segundo a entidade.

"Teremos um crescimento um pouco mais modesto, mas o Brasil ainda tem espaço para crescer em seguros", avalia o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Um dos responsáveis pela desaceleração mais rápida do setor, conforme demonstram as projeções da CNseg, é o ramo de saúde complementar.

O setor deve crescer 11,4% em 2016, contra projeção de avanço de 13,2% para este ano. Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde e da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), explica que a crise econômica e também a Lava Jato, que resultou em várias demissões nas empresas envolvidas, afetam diretamente o setor, que ainda assim mostra "resiliência" pelo fato de o plano de saúde ser um dos últimos itens a entrar na lista de ajuste das famílias.

O segmento também será afetado, conforme Coriolano, em termos de sinistralidade, uma vez que as pessoas que engordam a lista do desemprego tendem a utilizar mais o plano.

Gabriel Portella, presidente da SulAmérica, observa, porém, que o mercado está mais bem preparado sob o ponto de vista de gestão de sinistros.

"Em 2009, não estávamos preparados e o mercado também não. Agora, as empresas estão mais conscientes, o desenho dos planos mudou, os funcionários participam mais com co-participação", admite o executivo.

Já na área de seguro de automóvel, o mercado prevê leve aceleração. A CNseg espera expansão de 3,9% no próximo ano, contra expectativa de alta de 3,5% em 2015.

Como estímulo para o segmento, a despeito da queda nas vendas de automóveis, o presidente do conselho de administração da Porto Seguro e também interino da CNseg, Jayme Garfinkel, cita o seguro popular, que permite a utilização de peças usadas no conserto de carros segurados, atualmente em consulta pública.

"51,9 milhões de veículos com mais de cinco anos de uso não têm seguro. É um mercado que pode passar a ser explorado a partir do seguro popular, que deve ser realidade no ano que vem", avalia ele.

Garfinkel admite, entretanto, que a sinistralidade tende a piorar no segmento, assim como as fraudes, por conta do ambiente atual, mas não projeta um "aumento dramático".

Uma alternativa, segundo ele, são produtos securitários mais simples. Ao longo de 2015, a demanda por soluções mais econômicas já aumentou. A Ituran, que vende rastreadores acompanhados de coberturas securitárias mais simples, espera crescimento de cerca de 30% neste ano, enquanto o mercado tradicional de seguro de automóvel cresce menos de 5%.

Aquisições

O próximo ano também deve ser movimentado para o mercado de seguros sob o ponto de vista de aquisições e vendas de carteiras. Há muitas conversas em andamento que podem, já no primeiro trimestre, render negócios. Um deles é a busca da Bradesco Seguros por um parceiro internacional para formar uma joint venture na área de grandes riscos.

A alemã HDI, que vai perder o balcão do HSBC para a seguradora por conta da venda do banco inglês ao Bradesco, e a suíça Swiss Re, conforme fontes, estão entre as apostas do mercado.

Também ficou para 2016 a venda da carteira de seguro de vida em grupo do Itaú Unibanco e o que sobrou da Garantec, empresa com foco em garantia estendida.

Na área de resseguros, a gestora Vinci Partners colocou à venda o Grupo Austral, que contempla uma seguradora e uma resseguradora.

Dentre os players que negociam o ativo, conforme fontes, está a XL Group. A lista de interessados, segundo as mesmas fontes, pode incluir ainda a Swiss Re, a Ace e a Axa.

Entre as corretoras, novos negócios também podem ocorrer. Recentemente, a americana Lockton, maior corretora de capital fechado do mundo, adquiriu a brasileira VIS.

Além de aquisições, são esperados desfechos quanto ao futuro do IRB Brasil Re e da Caixa Seguridade. Ambos planejaram abrir capital na bolsa brasileira, mas tiveram seus planos interrompidos diante da deterioração da economia e consequente perda de grau de investimento por parte das agências de rating.

No caso da Caixa Seguridade, ainda é preciso negociar com os controladores franceses, a CNP Assurances. Já o IRB tem até 2018 para listar ações no âmbito do processo de desestatização que o transformou em uma empresa privada, mas antecipou os planos em meio à necessidade do governo de ajustar suas contas.

Resultado financeiro

O reforço que as seguradoras tiveram ao longo de 2015 do ponto de vista financeiro, de acordo com executivos, será mais brando no próximo ano.

Isso porque, embora as expectativas indiquem novos aumentos de juros, a intensidade menor deve limitar os ganhos. De janeiro a outubro, o resultado financeiro das seguradoras cresceu 39,5%, para cerca de R$ 56 bilhões, segundo dados da Susep.

As seguradoras são consideradas grandes investidoras por aplicarem boa parte das chamadas reservas técnicas, recursos acumulados para fazer frente às indenizações futuras, em títulos públicos.

Video Valente

Sobre a Empresa

Viver com segurança aumenta a qualidade de vida. Para lhe proporcionar tranquilidade, a Valente Corretora de Seguros surgiu em 2013. Visamos um atendimento personalizado que vai de encontro a realidade e as necessidades de cada cliente, oferecendo em primeiro lugar confiança...

Estrategia

Planejamento financeiro

Telefones Contato

Nossos telefones

OI (31) 98816-8500

TIM (32) 99153-3500

VIVO (31) 99852-3500

CLARO (31) 98236-9800